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6-Conclusões“Poder-se-á dizer que o MP3 está para a indústria áudio da internet como o Windows está para o mercado de sistemas operativos – funcional e prático, mas não a solução ideal, no entanto a sua penetração foi tão profunda que é praticamente garantido que este não desaparecerá nos próximos tempos. Este texto de Scot Hacker, resume bem o pensamento que existia três anos após o lançamento do formato AAC, apesar de, dez anos após, se continuar a verificar muito do que Scot Hacker previu. Pela dificuldade com que têm sido desenvolvidas as open-sources para o AAC (ainda não existe nenhuma para o codificador) facilmente de verifica que a indústria é o grande entrave para uma mais rápida expansão do formato. No entanto, e após uma análise cuidada, pudemos ver que o AAC é o natural sucessor do MP3, até porque começa a ser definido como o codec padrão por uma série de marcas de peso internacional. O AAC passou assim a serem indicado como um algoritmo capaz de (em comparação com o seu antecessor): [12] • Melhor qualidade de áudio e tamanho de ficheiros mais pequeno se usado o mesmo bit rate; De entre os dois codec’s é justo dizer que o MP3 mesmo não conseguindo atingir os bit-rates do AAC (entre outras qualidades), tem as vantagens de ser bastante menos complexo a nível da codificação, da existência de uma larga variedade de ficheiros no formato MP3 e de já ser o padrão para a codificação de áudio conhecido de entre os utilizadores e é nesta familiaridade que reside o seu grande trunfo na “guerra” de formatos. Concluímos assim que a inserção do AAC será mais demorada quando comparada com a do MP3 pois tal é do interesse quer da indústria (controlando assim a patente) e dos utilizadores (que só agora se começam a tornar mais críticos em relação ao formato que usam nos seus ficheiros áudio) mas no futuro (tendo em conta as tecnologias existentes) o domínio do formato AAC será muito provavelmente uma realidade. Voltar ao início |
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