AAC 

Também conhecido como MPEG-2 Advanced Audio Coding, o formato AAC foi desenvolvido como sucessor tecnológico ao popular MP3. E o facto é que é seguro afirmar que este consegue oferecer melhor qualidade de som que o MP3 para ficheiros de tamanho semelhante.
Assim, as melhorias do AAC relativamente ao MP3 em termos de eficiência de codificação, compreendem, entre outros, melhorias na codificação joint stereo, na codificação Huffman e uma resolução de frequência mais elevada. Relativamente à qualidade de áudio a codificação oferece, em lugar do banco de filtros híbridos do MP3, um banco de filtros switched MDCT com resposta de impulsos muito inferior à do MP3 (reduzindo artefactos na codificação) e a técnica TNS (Temporal Noise Shaping), que melhora significativamente a qualidade do discurso em Bit-Rates reduzidas [3].
Para além disso oferece ainda 48 canais de áudio [1], bastante superior comparado ao stereo do MP3, com aplicações como som surround e faixas de múltiplos idiomas, para além de um maior leque de frequências (8 a 96kHz, comparado com 16 a 48kHz do MP3) e de uma capacidade muito superior para lidar com frequências acima dos 16kHz.

Ogg Vorbis 

Ogg Vorbis é a alternativa open source nas codificações lossy. Desenvolvido pela Xiph.Org Foundation tem como objectivo oferecer uma flexibilidade de codificação muito elevada [5], sendo que a sua principal vantagem se prende no facto de não estar registado como patente, sendo a sua utilização, modificação e implementação completamente gratuita.
Comparativamente ao MP3, o Ogg Vorbis exige um esforço computacional menos elevado no processo de codificação, se bem que exige mais espaço de memória visto não recorrer a nenhum modelo de probabilidade estatística [5]. Relativamente à qualidade do áudio, testes cegos realizados por audiófilos comprovam que a qualidade do áudio em Bit-rates baixos [6], médios [7] e elevados [8] é pelo menos equivalente à oferecida pelo MP3.