Plasma

 

O primeiro protótipo de um ecrã de plasma foi criado em 1964 na Universidade de Illinois (USA). Inicialmente os ecrãs eram pequenos e a imagem de fraca qualidade. Mas o desenvolvimento tecnológico dos materiais e do seu fabrico, assim como a capacidade de processamento digital, permitiram criar ecrãs de plasma com imagens de grande qualidade. A grande vantagem desse tipo de ecrã é a possibilidade de construir televisões de grandes dimensões com uma espessura de apenas alguns centímetros.

 

Os ecrãs de plasma são compostos por um array de células, ou pixéis, cada um formado por 3 sub-pixéis correspondente às cores vermelho, azul e verde. Essas células contêm um gás, normalmente Xeon ou Néon e estão cobertas por fósforo.

 

Composição de um ecrã de plasma

 

A ionização do gás é conseguida aplicando-lhe uma diferença de potencial. Quando isso acontece ocorre a libertação de fotões de luz (na banda do ultravioleta) por parte do gás, que vão interagir com o fósforo contido nas células. Essa excitação produz a libertação de fotões de luz por parte do fósforo. Variando a intensidade da excitação, varia-se a intensidade da cor do respectivo sub-pixel. Deste modo e combinando várias intensidades de vermelho, azul e verde consegue-se reproduzir cores ao longo de todo o espectro visível.

 

Ionização do gás

 

Esse tipo de ecrã é um possível substituto do ecrã de televisão convencional que usa o CRT. Esse tipo de tecnologia permite combinar o tamanho e a resolução necessários para o uso do HDTV (High-definition television).