|
|
|
|
Introdução
Este trabalho tem como objectivo abordar a rádio digital e todos os processos ou parâmetros mais relevantes que integram este recente formato de transmissão de rádio. Hoje em dia vivemos num mundo de sistemas de serviços de comunicações digitais e tendo em conta que todo o sistema de rádio se encontra um pouco atrasado neste processo existe então necessidade de digitalizar a rádio, tornando-a num serviço inovador, mais estável e de maior qualidade. Os primeiros passos na introdução dos serviços de transmissão digital foram dados pelos sistemas NICAM 728 (Near Instantaneously Companded Audio Multiplex), DSR (Digital Satellite Radio) e o ADR (Astra Digital Radio), no entanto nenhum destes serviços esteve à altura de substituir os formatos AM e FM. Por esta razão o sistema Eureka 147 DAB (Digital Audio Broadcasting) foi desenvolvido e está agora a ser implementado um pouco por todo o mundo, paralelamente com outros serviços de formato digital como a DRM (Digital Radio Mondiale). O contexto deste trabalho reside numa abordagem destes novos formatos digitais, integrando o desenvolvimento do trabalho em duas secções: a DRM, que irá substituir o formato analógico AM e a DAB que futuramente substituirá todas as transmissões em FM. Em ambas as situações, a mudança é favorável já que os novos sistemas têm uma melhor qualidade de som e definição de sinal bem como serviços adicionais de informação (como por exemplo serviços de trânsito, jornais, informação do estado do tempo, detalhe da emissão, Internet, imagens etc.). No entanto, devido ao facto da DRM ter uma reduzida largura de banda em relação à DAB, não suporta grande parte destes serviços de informação, limitando-se a um tipo de RDS (Radio Data System), presente hoje em dia em FM, melhorado. Para cada um dos sistemas, DRM e DAB, será apresentado em pormenor a geração do sinal, que partirá das codificações usadas nos serviços de áudio e informação até à transmissão do sinal que será enviado ao receptor. |
|
|