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O processo de captação bem como a visualização de conteúdos, são as fazes cruciais do todo processo, pois é aqui que mais se lida com o critério subjectivo de qualidade do ser humano, e onde os mais pequenos erros são os mais notados.
A escolha da distância entre câmeras, bem como a distância à cena influencia a distância do espectador ao ecrã. Isto dizer que a escolha da disposição das câmeras deve ter em conta o destino dos conteúdos, se Televisão ou Cinema, e a que distância em média se encontram os espectadores. Atendendo aos conceitos de convergência e focagem já apresentados, tem-se por exemplo que um par estereoscópico filmado com uma distância entre câmeras superior à inter-pupilar resulta nos olhos do espectador a convergirem num ponto para lá do ecrã. Inversamente, imagens menos separadas forçam a convergência num ponto entre o espectador e o ecrã dando a sensação da imagem “saltar para fora” deste. É fundamental quando se criam conteúdos 3D perceber o espaço visual onde a cena vai ser projectada, e onde o espectador se insere nela.
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