Evolução Analógico-Digital. A transição depende do número de pessoas que num dado país depende da transmissão de TV por via terrestre. Nos países em que este mercado assume uma maior dimensão é necessário que existam maiores períodos de simulcasting de modo a dar tempo para que as pessoas se adaptem à nova realidade.
A transição afectará toda a indústria da televisão desde os seus emissores, às estações de televisão e principalmente, o utilizador como cliente final. No entanto, esta transição implica consequências nos fabricantes de material electrónico e nos governos dos vários países que adiram a esta nova tecnologia.
Os governos terão a responsabilidade na atribuição de licenças, na criação de regras para o serviço e na forma como a transição analógico-digital se efectuará. Caso o processo não seja feito com a responsabilidade necessária, existirá, por parte da população, desconfiança e descrédito no novo sistema.
Com tudo isto, a indústria electrónica será a mais beneficiada pela transição devido às receitas que obrigatoriamente irão advir da compra das set-top-boxes por parte dos utilizadores da TDT. Por outro lado, devido aos prazos impostos para o “switch-off”, esta industria terá dificuldade em satisfazer, em tempo útil, a procura dos utilizadores.  |