A principal característica do Blu-ray na actualidade é conseguir oferecer conteúdo visual em alta definição, que corresponde a uma excelente qualidade de imagem.
O conteúdo visual, caso seja um vídeo, é composto por uma sequência de imagens (cerca de 25 imagens por segundo na transmissão de um filme normal), sendo cada imagem constituída por pixéis. Um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital. Quanto mais pixéis uma imagem tem, mais detalhe ela terá, logo mais qualidade.
Termos como 720p e 1080p são já conhecidos pela comunidade que costuma assistir a vídeos. Nestes termos, a parte numérica indica o número de linhas de pixéis que correspondem à altura da imagem, enquanto a parte alfabética indica o método de varrimento das linhas de pixéis. Existem dois métodos de varrimento das linhas:
• Progressive scan – todas as linhas de pixéis que a imagem contém são exibidas sequencialmente, representado por um ‘p’;
• Interlaced scan – primeiro são exibidas as linhas pares e só depois as ímpares, representado por um ‘i’ (método já usado na televisão analógica).
Em geral, o modo progressivo oferece uma melhor qualidade de imagem. Na seguinte tabela é possível visualizar as resoluções mais comuns actualmente dos vídeos:
Com a chegada das televisões de alta definição, houve a necessidade de armazenar arquivos muito mais pesados, pois foi necessário oferecer uma resolução de áudio e vídeo muito superior. O Blu-ray surge, solucionando o problema de espaço e permitindo que a qualidade de vídeo e áudio seja compatível com os novos aparelhos.