Como forma de combater a pirataria, os discos Blu-Ray estão divididos em 3 zonas geográficas, os quais só podem ser lidos por dispositivos produzidos nessas mesmas regiões, ou por dispositivos universais capacitados de ler discos de todas as regiões. A divisão geográfica é feita em 3 regiões:

• Região 1: Continente Americano e Ásia Central
• Região 2: Europa, África, Médio Oriente e Oceania
• Região 3: China, Rússia, Ásia Meridional e Ásia Insular
Existem, no entanto, outros meios de combate às cópias ilegais para além deste controle geográfico:

• AACS (Advanced Access Content System): o conteúdo do disco é encriptado utilizando uma ou mais chaves. A descodificação só é possível utilizando uma combinação de uma chave atribuída ao fabricante de Blu-Ray e uma chave existente na midia.
• BD+: máquina virtual que verifica se a chave criptográfica é a original. Caso não seja, impede a utilização do conteúdo do disco.
• ROM Mark: “marca de água” que deve estar presente em todos os discos Blu-Ray originais. Qualquer dispositivo de reprodução de vídeo deve ser capaz de ler esta marca.
• ICT (Image Constraint Token): limita a resolução do conteúdo em transmissões não protegidas e portanto mais passiveis de permitir cópias ilegais.

Todos estes mecanismos são polémicos por poderem prejudicar os usuários do Blu-Ray, como é por exemplo o caso do ICT, que pode prejudicar facilmente um utilizador que use um cabo mais simples para ligar o aparelho Blu-Ray à televisão.