História
A ideia da criação do iPhone surgiu quando Steve Jobs percebeu que a convergência de telemóveis com leitores de música iam obrigar a Apple a entrar no mercado dos telemóveis, complementando, de certo modo, a qualidade já demonstrada do iPod.
Jobs começou por desenvolver o iPhone (que tinha o nome de ROKR) em conjunto com a Motorola e com a Cingular (divisão de telefonia sem fio da AT&T), mas que não teve sucesso. Apercebendo-se disso, Jobs, achou que deveria ser a própria Apple a criá-lo, pois tinha tecnologia suficiente para revolucionar o mercado (os seus engenheiros haviam passado quase um ano a trabalhar em tecnologias touchscreen que poderiam ser adpatadas a um telemóvel). Conseguiu, então, entrar em acordo com a Cingular para ser a operadora exclusiva do iPhone.
Uns meses mais tarde, Jobs, conseguiu apresentar um protótipo aos executivos da AT&T, o qual obteve prontamente a aprovação dos mesmos, sendo mesmo caracterizado como “o melhor aparelho que eu já vi”.
Seis meses mais tarde, em 29 de Junho de 2007, o iPhone está à venda.
O iPhone veio alterar o equilíbrio de poderes, alterando a visão das operadoras que aprenderam que o aparelho correcto pode atrair e gerar receitas, independentemente do seu custo. Assim, todos os fabricantes procuraram um contracto semelhante ao da Apple, começando a criar aparelhos ao gosto do utilizador, em vez de aparelhos que as operadoras aprovem.