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INTRODUção
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As crescentes movimentações em torno desta nova realidade de entretenimento, têm mobilizado, a vários níveis, toda uma industria e têm sido alvo de grande interesse, não só por um nicho de mercado favorável à introdução de novas tecnologias, mas também, ao utilizador comum da velhinha caixa de sonhos.
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Os primeiros televisores surgiram a preto e branco, rapidamente obtiveram notoriedade, tendo sido trocados posteriormente pelos a cores. Nos tempos que correm assistimos à rápida substituição do analógico pelo digital, os DVDs, que fizeram com que as cassetes VHS não passem agora de uma memória, que, por sua vez, começam a ser substituídos pelos Blu-Ray. Com os céleres avanços tecnológicos a pergunta passou a ser, qual é a nova novidade? Pois bem, a maioria das empresas ligadas à televisão, seja de produção, de transmissão de conteúdos ou de venda de aparelhos, crêem que a televisão 3D é o próximo passo, tão importante e revolucionário como a passagem da televisão a preto e branco para a de cores.
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A verdade é que a televisão 3D já criou um amplíssimo ímpeto, no que respeita a movimentar pesquisadores, as indústrias cinematográfica, televisiva, e de imprensa, consumidores de entretenimento, entre outros sectores, e é fulcral que assim seja. Para que a televisão 3D seja uma realidade ao alcance da maioria do mercado é importante que um conjunto de sectores, ligados a esta área, se dinamize. Tem de existir hardware a preços acessíveis ao mercado, quer ao nível de produção quer ao nível de venda ao consumidor, é fundamental que exista conteúdo apelativo, e para tal tem de acontecer uma compatibilidade de “backguard”, sendo que a passagem de conteúdo 2D para 3D têm toda a importância.
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Por outro lado, a televisão 3D não é, como à primeira vista se pode pensar, apenas reservada aos filmes, outros conteúdos televisivos comuns ou a jogos. Para além de alterar a maneira como a televisão é vista, o tipo de tecnologia que está a ser desenvolvida, pode ter variadas aplicações em áreas tão importantes como a medicina, controle de tráfego aéreo, tecnologias militares, telecomunicações ou outras menos na moda como património cultural ou mesmo marketing e publicidade.
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Tentou-se esmiuçar estas vertentes da realidade 3D, desde o passado que nos trouxe até ela, até ao presente da investigação que está a ser realizada, à maneira de como é realizada a codificação e distribuição, o esforço que a indústria está a fazer para lançar este produto, as questões de saúde que implicam a sua visualização e por fim, atentamos se a popularidade televisão 3D crescerá ou se é apenas uma onda passageira.
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