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Arquitectura

ARQUITECTURA TÍPICA DE UM SISTEMA 3D

Como foi descrito no capítulo anterior, a realidade em 3D já não é nova. Contudo, demorou a pegar destaque. Porquê? Todos se apressam em dizer ser devido ao facto de, só agora, a tecnologia estar a chegar aos patamares adequados, para se atingir a qualidade necessária, para que a noção de telepresença seja mais autêntica. Em que difere a nova tecnologia da 3D clássica?

A arquitectura típica de um sistema 3D é a que se mostra na figura , e que é composta por quatro blocos funcionais diferentes, que de seguida serão abordados. Esta foi idealizada pelo projecto ATTEST, criado por um conjunto de Universidades, centros de pesquisa e empresas da indústria, tendo como fim criar um sistema de conversão, codificação e transmissão de conteúdos 3D, e estudou os algoritmos de reconstrução de profundidade que podem ser usados para se conseguir esta conversão. Esta consiste em quatro diferentes blocos funcionais.

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De salientar, que da pesquisa feita, optámos por escolher este sistema como base do nosso trabalho, visto que é um sistema abrangente, não muito especifico, que não deixa de lado a compatibilidade necessária com o 2D, dando por outro lado, toda a liberdade que a ideia de 3D necessita. Quando avançamos nas capacidades do 3D, é obvio que algumas partes deste sistema.

Principalmente no que tem em conta o display final das imagens, as televisões foram provavelmente um das partes que mais evoluiu. Sem esconder o lugar importante do aumento da capacidade de codificação dos codecs actuais, que a cada actualização, mais se expande, os televisores possuem agora capacidades que antigamente não existiam, sendo cada vez mais complexas, e com cada vez maiores capacidades, ficando já a dever muito pouco aos computadores.

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Por fim apresentamos, de forma genérica, um breve resumo em termos de sistema de imagem, isto é as etapas da imagem desde que é gravada até chegar aos olhos do utilizador final.