Até meio da década de noventa do século passado foi notório que a pesquisa científica dedicada ao sinal de aúdio se focava, quase, única e exclusivamente no campo do seu processamento. A evolução tomada a cabo neste campo tornou trivial e rápida a colocação deste tipo de conteúdos multimédia na internet, ficando então a faltar uma forma rápida e intuitiva de encontrar um determinado conteúdo no “oceano” de conteúdos que navegam a internet todos os dias.
À primeira vista a problemática levantada pela pesquisa de conteúdos áudio parece ser de simples resolução, uma vez que uma música tem a si associada uma forma de onda bem definida. No entanto devido ao grande número de formatos àudio que existem e à grande disparidade entre eles, é óbvio que a mesma música poderá ser representada por muitas formas de ondas diferentes, fruto das ferramentas de compressão utilizadas por cada um dos protocolos de codificação aúdio, ao até da qualidade pretendida pelo utilizador quando fez a sua codificação. Outros dos grandes problemas são os erros e ruído adicionados ao objecto áudio pelos canais de transmissão por onde este circulou.