História
ConceitoFundado em Fevereiro de 2005 por Chad Hurley, Steven Chen e Jawed Karim, todos eles ex-funcionários da empresa PayPal , o YouTube nasce da ideia da existência de um espaço na Internet onde fosse possível fornecer um serviço gratuito de partilha e visualização de vídeos. Após alguns meses de desenvolvimento no interior de uma humilde garagem situada na cidade de Menlo Park (Califórnia, USA), é finalmente lançada em Maio desse ano a primeira versão beta do site. No entanto, é só em Setembro, com o apoio de um capital de investimento na ordem dos 3,5 milhões de dólares (capital da empresa Sequóia [9]), que o YouTube lança a sua versão final e começa a investir seriamente na promoção do seu serviço. A popularidade e o rápido crescimento alcançado, garante em Abril de 2006 novo capital de investimento, num total de 8 milhões de dólares (capital da empresa Sequóia), e nesse mesmo Verão, o 5º lugar no ranking mundial dos sites mais populares (análise divulgada pela empresa Alexa Internet [10], inc). Em Outubro do mesmo ano mudam-se para novas instalações na cidade de San Bruno (Califórnia, USA) e em Novembro, é dado por concluído o processo de aquisição por parte do gigante Google [12], num valor que ascendeu aos 1,65 mil milhões de dólares, revelando-se na maior transacção efectuada pela empresa até à data. Por fim, sendo este o ponto alto da sua ainda curta vida, destaca-se a eleição como “Melhor Invenção do Ano” por parte da revista Times, no final de 2006 [2].

Imagem 1: Autores do YouTube, Chad Hurley à esquerda e Steve Chen á direita.
Na frente da mais recente revolução social, denominada pelos analistas de Web 2.0, e muito inspirados pelo sucesso de outros sites de caris comunitário, como são os exemplos do MySpace [13] na partilha de ficheiros áudio, o Flickr [14] na partilha de imagens fotográficas, o Wikipedia [15] na partilha de conhecimento e o Digg [16] na partilha de notícias, a equipa do YouTube tem vindo a superar todo um universo de desafios com o objectivo de banalizar o acesso à transmissão, armazenamento e partilha do vídeo a uma escala mundial nunca antes testemunhada.
Como resultado do enorme sucesso alcançado, este conseguiu “armar” o cidadão comum de um meio poderoso que já superou as barreiras do entretenimento e do lazer, influenciando a forma como a própria sociedade interage e se manifesta.
Numa altura em que os conteúdos audiovisuais na Internet começam a fazer concorrência à televisão, popularizando os “vídeos caseiros” e as máquinas de filmar digitais, o YouTube é o destino preferido dos cibernautas devido à sua grande variedade de conteúdos, simplicidade técnica e ausência de custos. Dentro da comunidade YouTube existem inúmeras funcionalidades que permitem personalizar e aproximar o serviço dos seus utilizadores, na expectativa que estas satisfaçam as suas necessidades, pois são eles os verdadeiros autores do seu sucesso. O conceito é simples. Através do seu site [18] é possível efectuar uma pesquisa na base de dados, definindo uma categoria ou uma palavra-chave. Em caso de sucesso, esta devolverá uma lista com as características de todos os vídeos encontrados: título,descrição, classificação e um link para a stream de vídeo correspondente/pretendida. Embora não seja obrigatório, existem funcionalidades acrescidas para os utilizadores que efectuem o seu registo, nomeadamente: classificar, comentar e adicionar vídeos; criar e frequentar grupos com interesses comuns e criar canais temáticos. Existem diferentes tipos de registo, cada um com os seus privilégios e restrições. A título de exemplo, o registo de tipo “Director” permite que o utilizador adicione vídeos com duração superior a 10 minutos, o que já não acontece no registo normal. Esta limitação tenta minimizar a violação dos direitos de autor, obrigando o utilizador com mais liberdade, a assinar um termo de responsabilidade sob os vídeos que submete. Existe ainda a possibilidade de criar/visualizar canais temáticos. Um canal permite ao seu autor partilhar e gerir os seus próprios vídeos dentro de um contexto temático: desporto, comédia, música, etc. Embora o YouTube adopte uma politica não comercial para os seus conteúdos, é ainda possível encontrar “canais de marca”, tais como: RTP, Warner Bros., BBC, NBC, NBA, etc. O YouTube encontra-se em constante desenvolvimento, especialmente após a sua aquisição por parte do Google [12]. Novas funcionalidades são adicionadas regularmente, prevendo-se assim, que este serviço continue a inovar e a encontrar novas aplicações para o vídeo online [3]. |
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