MP3 Vs AAC


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Conclusão


Podemos começar por dizer que a codificação digital permitiu o avanço da tecnologia na área do áudio e vídeo. Permitiu ainda o surgimento de inúmeras aplicações de partilha de ficheiros, e consequentemente uma expansão do negócio nesta área.

Verifica-se que o codificador AAC, surgiu devido ao grande investimento de muitas empresas. Foi projectado para melhor o formato MP3, principalmente ao nível do ritmo binário, e consequentemente ser o sucessor do MP3.

Em geral, o AAC permite aos programadores maior flexibilidade para o desenvolvimento dos codecs do que o MP3, solucionando também muitas escolhas de desenvolvimento que forma impostas pela especificação original do MPEG-1. Este aumento de flexibilidade leva ao aparecimento de diferentes estratégias de codificação, o que gera melhor eficiência na compressão. Em relação a qual dos dois formatos é melhor, não se pode concluir de uma forma objectiva, pois se em ritmos baixos (menores que 128kbps) o AAC leva vantagem, quando se aumenta o mesmo, a eficiência do formato de áudio perde importância em relação à eficiência da implementação do codificador, perdendo assim o AAC as  suas vantagens sobre o MP3 a nível da qualidade sonora.

Na verdade, o MP3 continua ainda a ser a norma mais utilizada, nomeadamente devido ao utilizadores estarem mais familiarizados com o formato, a grande quantidade de música disponível no formato MP3, os utilizadores das aplicações P2P terem quase todo o tipo de ficheiros de áudio neste formato, entre outras. Contudo o AAC tem vindo a ganhar uma maior margem de manobra e prevê-se que num futuro próximo este venha substituir mesmo o MP3.


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