Conclusão

Presentemente, as telcos podem dar um salto tecnológico que lhes permita abranger um novo mercado cheio de potencial. Encontram-se definidas as normas e a tecnologia, seja transporte, codificação ou encaminhamento, necessárias para que através da fusão entre as telecomunicações e o entretenimento conceitos como o Triple Play e a IPTV se tornem passíveis de concretizar.

Não sendo necessárias grandes remodelações ao nível da infra-estrutura, o ganho vindo da implementação de um serviço como a IPTV traz mais vantagens que o serviço de TV normal, tendo sempre em conta a QoE, ao permitir novos métodos de distribuir conteúdos e publicitar produtos através de um novo modelo de negócio. É de destacar a nova filosofia com que a TV é confrontada: somos transportados para o fenómeno de personalização da televisão, criando conteúdos mais direccionados ao indivíduo em vez de ao grupo, podendo no entanto, por exemplo, criar redes de indivíduos com os mesmos interesses possibilitando a interacção entre eles em chat-rooms ou outros.

No futuro, os serviços que poderão ser implementados usando esta tecnologia serão apenas limitados pela imaginação dos fornecedores de conteúdos e de serviços, já que poderão ser integrados em arquitecturas IMS, exponenciando a interactividade entre dispositivos e pessoas e alargando as funcionalidades dos aparelhos.

 
 

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