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A codificação no mundo do IPTV é um dos factores mais críticos para o sucesso do serviço. Numa codificação simples, PCM (Pulse Code Modulation), é necessário um débito, por si só, considerável, ainda o facto de a rede de distribuição ser muito estrita, vem ainda enfatizar mais a importância de uma codificação eficiente e realizável em tempo real (LiveTV).Should you wish to contact us via email, please click the following link, or complete the form below.
Codificação
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Codificação
Introdução
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Mercado e Futuro
Conclusão
Referências
Artigo IPTV
Motivação
Surgiu então a norma MPEG-2 /H.262 que tornou a implementação generalizada da televisão digital possível, apesar desta não ter sido feita para esse fim, esta demonstrou-se capaz de suportar os requisitos necessários. Com a televisão digital em mente foi criada posteriormente a norma MPEG-4/H.264 AVC (Advanced Video Coding), que veio a trazer benefícios sobre MPEG-2 [2].
Hoje, a transmissão de um canal standard em IPTV exige uma largura de banda de 4Mbps, enquanto a transmissão de um canal de Alta Definição exige, entre 7 e 8Mbps.
O sucesso actual da norma MPEG-4/ H.264 AVC (part 10), sobre o MPEG-2, na televisão digital deve-se:
• Fornecimento de uma codificação de vídeo com boa qualidade a débitos substancialmente mais baixos que a norma MPEG-2 (ganhos na ordem de 50%).
• Flexibilidade suficiente para funcionar com uma grande diversidade de aplicações e dispositivos (“uma norma rígida é uma norma morta”).
• Procurar, ao nível do codificador, definir medidas que permitam adaptar a codificação ao meio de transmissão (codificação escalável).
• Possibilidade de ser transmitido na mesma stream de MPEG-2 (versão revista).
Normas
A utilização de uma compressão alta aumenta a influência dos erros de canal sobre a qualidade final do vídeo, dado a compressão ser critica para a realidade da televisão digital, recai sobre a rede a responsabilidade de minimizar o efeito do canal sobre os dados.
Igualmente a necessidade de uma transmissão ser feita em tempo real, requer que a codificação/descodificação sejam realizáveis em tempos aceitáveis pelo hardware nos terminais, suficiente para manter a aparência de tempo real (evitar acumulação de atrasos).
Outra questão é como adaptar um sistema de codificação que depende de tramas anteriores, á possibilidade de o cliente mudar de canal em qualquer altura, isto é, como evitar o impacto de uma imagem se “pendurar” numa trama anterior que pertence a um outro canal. MPEG-2 e H.264/MPEG-4 resolvem este problema fornecendo “pontos de entrada” periódicos (I-frames), que permitem uma sincronização suficiente rápida quando existe uma mudança de canal. Esta trama não usa codificação eficiente e é enviada periodicamente, mesmo quando não é necessária, como tal deve ser usada o mínimo de vezes possível, mas o suficiente para um atrasado baixo na mudança de canal(tipicamente 0,5 segundos).
Problemas IPTV
Figura 2